28 de abril de 2016

Especial Capitão America: Guerra Civil | Dossiê - Capitão América

Team UTTU (Capitão América) vs Team Experienciando (Homem de Ferro). Esse é o primeiro post feito em parceria com o Experienciando.


Arte: Ryan Meinerding e Letras: Josuá Nobre do Site Experienciando. 


Oi! Eu não sou o Goku! e no post de hoje sim, na quinta-feira (ou seja, nada de post esse sábado) porque é um dia especial, hoje (28/04) é a estreia de Capitão América - Guerra Civil um dos filmes de heróis mais esperados do ano e para entrar no Hype do filme, nada melhor que um post especial feito em parceria com Experienciando. Então tivemos a ideia de criar um dossiê Guerra Civil, Cada um defendendo seu herói, em que acredita estar certo.

Nós aqui do UTTU, tanto Eu quanto o Arthur (que ainda não postou nada aqui, mas logo fará sua estreia no blog) somos #TeamCap o lado certo nessa guerra, mas se você está errado e é Team Stark (zoeiras á parte), não deixe de dar uma conferida no Dossiê feito pelo blog Experienciando sobre o Homem de Ferro.

Para deixar a leitura agradável, durante o post terão algumas musicas com o tema Capitão América, recomendo ouvir-las enquanto lê o post.

Essa primeira no caso é uma cena do filme "Capitão América - O Primeiro Vingador". 



Gosto muito dessa musica, pois ela representa exatamente o que era usar o Capitão América como propaganda a favor da guerra.


Capitão América | A origem nos Quadrinhos:

De peça de propaganda a líder dos Vingadores, o início da história do Sentinela da Liberdade.

Senta que lá vem a história...

Capitão América, criado por Jack Kirby e Joe Simon, durante a Segunda Guerra Mundial, para reforçar o nacionalismo americano, apareceu pela primeira vez na revista “Captain America Comics” n° 1, com a data de março de 1941 na capa, mas a revista chegou às bancas americanas em dezembro de 1940. 


Captain America Comics #1
Joe Simon e Jack Kirby
Na trama, Steve Rogers era um jovem com muita vontade de auxiliar seu país durante a 2ª Guerra. Por ser franzino e não conseguir se alistar, aceitou participar do experimento do soro do supersoldado do Dr. Abraham Erskine que, em conjunto com os raios vita, resultou na sua transformação no sensacional Capitão América.


O Capitão não foi o primeiro super-herói de quadrinhos com o uniforme baseado na bandeira dos Estados Unidos. Publicado pela editora MLJ (hoje Archie), o “Shield” (Escudo), de Irv Novick e Harry Shorten, tinha a data de janeiro de 1940 na capa. Na verdade, existia uma certa concorrência entre as duas figuras, a ponto da MLJ, a certa altura, implicar com o escudo do rival da Timely, conhecida hoje como Marvel Comics.

No decorrer da guerra, o Capitão participou de inúmeras missões, seja ao lado do parceiro juvenil Bucky ou ao lado do Tocha Humana original e Namor, o Príncipe Submarino (o grupo desses heróis fora batizado mais tarde de “Invasores”). 


Depois que a Segunda Guerra terminou, o popular Defensor da Liberdade desapareceu das bancas nos anos 50. Apenas em março de 1964, a Marvel, desta vez comandada por Stan Lee & Jack Kirby, resolveram trazê-lo de volta, desta vez na revista "The Avengers" nº 4 e mais tarde, em uma HQs solo publicadas no gibi “Tales of Suspense” (a partir do n° 59, ainda em 1964).


Os Vingadores resgatam o Capitão América do gelo em "Avengers 04" texto de Stan Lee e arte de Jack Kirby.




Para explicar o não-envelhecimento do herói na trama e o desaparecimento de Bucky, os 
autores vieram com uma explicação na base do acredite se quiser: durante a tentativa de deter um avião-bomba lançado pelo nazista Barão Zemo, Bucky morreu e o nosso herói caiu nas águas frias do oceano, onde permaneceu congelado num bloco de gelo por décadas, o que impediu seu envelhecimento. O resto é história em quadrinhos, que provavelmente você já deve saber...



Ainda querendo deixar o post agradável para leitura (eu gosto de ler ouvindo musica, mas apenas quando a musica faz sentido com o texto), fica mais uma musica:


Tem certas trilhas sonoras de filmes de 2º guerra que são espetaculares, essa é uma delas.


AS 5 MELHORES HQs DO CAPITÃO AMERICA:


Ok, então aqui vai as minhas recomendações das principais historias do Capitão América (na minha opinião claro), foi MUITO difícil escolher apenas 5, então antes gostaria de fazer uma menção honrosa para uma hq do Super-Soldado, sem ela e sem a 2º Guerra não teríamos o Capitão América.

Quem sabe um dia, O Primeiro Vingador tenha uma lista com mais de 5 HQs aqui no Blog, mas isso fica para outro post, assim como a critica do filme do O Pequeno Príncipe.


  • Captain America Comics # 1

Esta é a edição em que tudo começou. Criado por Jack Kirby e Joe Simon em 1941, o Capitão América foi uma resposta direta para o sucesso da DC Comics com os super-heróis como Superman e Batman durante a década anterior. Captain America Comics # 1 chegou às bancas poucos meses antes do bombardeio de Pearl Harbor e tinha na capa a chegada do personagem homônimo acertando o queixo de Adolf Hitler. Foi ousado, polêmico, e acabou vendendo mais de 1 milhão de cópias. Timely Comics (mais tarde conhecida como Marvel) teve um sucesso em suas mãos, mas poucos imaginavam que 70 anos depois o personagem ainda estaria na ativa.

O interior da edição é dividida em várias histórias, mas o mais famoso é Conheça o Capitão América. Apresentando como um magricela, rejeitado pelo exército, chamado Steve Rogers, se transforma em um gigante patriótico, origem do Capitão América ainda resiste apesar de ter sido criado nos anos 40. Ela não precisa de atualização, nem releitura, nem reconstrução, ele simplesmente captura tudo o que é grande sobre o personagem. É singular, e um pouco exagerado, mas ainda incrivelmente relevante.

Combinando problemas do mundo real , com quadrinhos de fantasia , Captain America Comics # 1 criou uma imagem tão perfeita do personagem que não tem havido uma necessidade de muitas mudanças ao longo dos anos. Esta edição deve ser lida por qualquer um que afirma ser um fã de quadrinhos e está interessado em ver como a indústria evoluiu ao longo dos anos.

FEITA A DEVIDA HOMENAGEM VAMOS PARA AS 5 MELHORES!!!


  • Capitão América Nunca Mais (Captain America Vol.1 #332-350, 1987/1989)

Apesar do sucesso recente do Capitão América com escritores como Ed Brubaker e Mark Millar, Mark Gruenwald ainda detém a distinção de ser o melhor talento que já trabalhou no personagem. Suas histórias do Capitão América, possuíam a ação de quadrinhos que todos os fãs anseiam, mas eles também continham uma quantidade saudável de comentário social o que elevava o título a algo maior.

O magnum opus de Gruenwald sobre o personagem foi o épico Capitão América Nunca Mais, que se estendeu por 18 edições. A trama focava sobre a aposentadoria forçada do Capitão após sua recusa em se tornar um agente patrocinado pelo governo. Esta foi uma premissa inovadora para o Capitão América, que muito raramente se manifestou contra o governo que ele tanto admirava. Enquanto o governo trabalhava para encontrar seu substituto, o Capitão América começou a trabalhar como vigilante e adotou uma nova identidade e uniforme (o uniforme mais legal dentre os variantes dele), o Capitão.

Ao ter Steve Rogers enfrentando o governo, a fim de preservar suas próprias crenças, Gruenwald quebrou o molde de muitos outros escritores sobre o personagem e os leitores ficaram chocados no processo. Capitão América Nunca Mais é uma obra seminal em quadrinhos que desconstrói a personalidade do herói e o reconstrói como um personagem muito melhor e mais interessante.

  • Os Supremos (The Ultimates #1-12, 2002/2004)

Em 2000, a Marvel Comics criou o universo Ultimate, um conceito que atualizou personagens mais populares da empresa para o novo milênio. O primeiro volume de Os Supremos de Mark Millar viu a criação da primeira equipe de super-heróis do mundo, liderada por uma representação mais moderna do Capitão América e executado pela SHIELD.

Esta versão do Capitão América foi mais agressivo do que a interpretação clássica dos anos 60, pois aqui ele não tinha escrúpulos em matar indiscriminadamente seus inimigos. Ele era visto como o soldado perfeito que iria servir o seu país, não importa o preço, e que muitas proferia argumentos raciais sem pensar duas vezes. Ele era durão, completamente fora de contato com o mundo moderno, e rapidamente destruiu a imagem de “escoteiro” que anteriormente atormentava o personagem. Ele era tudo o que um público moderno queria de seus heróis em um mundo que cada vez mais era pintado com tons de cinza.

A própria história girava em torno dos ícones da Marvel como Capitão América, Thor, Homem de Ferro, Hulk e como eles tentaram acabar com uma invasão alienígena iminente. A violência chocante para os quadrinhos só foi acentuado pela arte cinematográfica de Bryan Hitch. A história questionou o papel de um super-herói no mundo moderno e descreveu-os como um grupo profundamente falho de pessoas que talvez não deve ser confiada a segurança da humanidade. Pode não ser o Capitão América clássico, mas é um Capitão América instigante e provocador.



  • O Soldado Invernal (Captain America Vol.5 #1-9 & 11-14, 2005/2006) 

Em 2005, Ed Brubaker começou a escrever o Capitão América e rapidamente transformou-o no melhor título da Marvel durante aquele período. Seu primeiro grande enredo, Soldado Invernal, entrou em cena e finalmente deixou novamente os fãs empolgados com o personagem de 64 anos de idade. Ao ferver o personagem e fazê-lo voltar às raízes do que realmente funciona, Brubaker criou um épico que foi cuidadosamente traçado com arte fantástica de Mike Perkins, Steve Epting, e Michael Lark .

Soldado Invernal, porém, não deixou de ser controvérso que é uma vez que contou com o retorno do velho companheiro de guerra do Capitão, Bucky Barnes, que era dado como morto. Descobriu-se que Bucky foi capturado por cientistas russos após seu acidente de avião nos anos 40 e sofreu uma lavagem cerebral para se tornar uma máquina de matar.


O conceito pode parecer um pouco complicado, mas o forte aperto de Brubaker nos personagens e o roteiro inventivo faz toda a história funcionar sem problemas. Puxando a inspiração de filmes de espionagem, como A Identidade Bourne , Soldado Invernal foi um pouco mais intensa e sombria do que a maioria das outras histórias do Capitão América, mas Brubaker teceu aspereza e ação de super-heróis sem problemas.



  • Guerra Civil (Civil War #1-7, 2006/2008)  
(Menção Honrosa)

Em 2006, a Marvel começou a sacudir sua lista de personagens, colocando-os uns contra os outros em uma guerra de ideais. Os heróis estavam divididos sobre a proposta do Ato de Registro Superhumano, um projeto de lei que forçaria todos os heróis a divulgar suas identidades para o governo e se tornarem agentes dos Estados Unidos.

Isso seria liberdade demais para o Capitão América abrir mão, então ele se separou dos heróis pró-registro , liderados pelo Homem de Ferro, e criou um esquadrão renegado focado em impedir que a lei fosse sancionada. A história com grande carga emocional mostrou o quão firme o Capitão é com suas crenças. A história também é, talvez, a mais famosa por ter culminado no assassinato do Capitão América.

Guerra Civil era socialmente relevante e contundente, em que Mark Millar questionou a moralidade de trabalhar fora da lei e também quanto poder o governo realmente deve ter. E também não doeu ver Steve McNiven fornecendo algumas cenas de luta de cair o queixo entre o Homem de Ferro e o Capitão América. Este foi um evento de quadrinhos muito bem executado e a atenção aos detalhes foi evidente em cada painel.

Raramente os tradicionais quadrinhos de super-heróis misturam política e uniformes , mas Millar
conseguiu essa noção ao utilizar o Capitão como ponto focal de um movimento inteiro. Guerra Civil mostra Steve Rogers como um herói que tem como objetivo preservar os ideais da América, mesmo que isso signifique lutar contra o governo americano.


  • Capitão América a Morte do Sonho (Captain America Vol.5 #25-42, 2007/2008)

No mundo dos quadrinhos, a morte nada mais é que uma forma de passar o fim de semana. Mensalmente, personagens aparentemente morrem e, em seguida, levantam-se do túmulo, e é geralmente antes mesmo das roupas de funeral de seus entes queridos voltarem da lavanderia. Assim, quando Ed Brubaker matou o Capitão América em 2007, os fãs não acreditaram realmente que o Vingador iria bater as botas por muito tempo, no entanto, o que eles não previram foi que o enredo seria quase impecável.

Brubaker removeu o Capitão América de sua própria revista e de alguma forma fez uma revista extraordinárioa em algo ainda melhor. Ao fazer o seu parceiro de longa data, Bucky Barnes, se tornar o novo Capitão América, Brubaker acrescentou um nível de vulnerabilidade e insegurança para o personagem que nunca tinha sido visto antes. Com batalhas com o Homem de Ferro, a filha do Caveira Vermelha, e as corporações corruptas, essa história era muito mais sofisticada e em um ritmo metódico comparado aos quadrinhos anteriores. E enquanto a trama ia se alastrando, Brubaker foi adicionado pilhas de comentários político, mistério e ação.

Esta é um história em quadrinhos no seu melhor, e mesmo que mortes de personagens tendem a ser um pouco cliché, A Morte do Capitão América é um marco na história do gênero.


  • Um Homem Fora do Seu Tempo (Captain America: Man Out of Time #1-5, 2010/2011)

Apesar de nunca realmente começar a esticar totalmente as suas asas sobre o personagem por um certo período de tempo, Mark Waid realmente consolidou-se como um dos melhores escritores do Capitão América atualmente nos quadrinhos. Mas, como ele provou ao escrever Homem-Aranha, o Flash, e o Quarteto Fantástico, Waid praticamente acerta a mão em qualquer personagem que ele escreve, e isso não deve vir como uma surpresa.

Em Um Homem Fora do Seu Tempo, Waid revisita os primeiros dias do Capitão América com os Vingadores depois que ele foi descongelado de um bloco de gelo no Ártico. Ele passa a maior parte da história tentando adaptar-se a um mundo que se moveu sem ele e o vê simplesmente como uma relíquia do passado. Estas questões foram tratadas antes da passagem do escritor, mas Waid realmente desconstrói o homem por trás da máscara e explora o isolamento que o Capitão sentiu pela primeira vez quando ele foi trazido de volta à vida graças aos Vingadores.


Um Homem Fora do Seu Tempo é um exemplo perfeito de por quê os quadrinhos não precisam ser feitos somente de ação para serem divertidos. Como qualquer forma de literatura, tudo que eles precisam é um conceito forte e personagens para trabalhar. Waid sabe disso e é por isso que ele pode assumir um personagem de 70 anos de idade e ainda conseguir surpreender seu público.



Nota: Mesmo sendo um Top 5, não botei números, preferi coloca-las ordem de lançamento, mas já vou dizendo que a minha favorita dessa lista é o Soldado Invernal.


Acho Capitão America 2 - Soldado invernal um dos melhores filmes de heróis solo já feitos, eu gostei tanto desse filme, que cheguei a aplaudir o filme sozinho no final e falando "Genial! Bravo! Bravo! Genial! (Sou do tipo que se impressiona fácil com as coisas), esse filme é a prova que tem como fazer um filme pg 13 de herói e ter uma trama inteligente e madura.



Agora o clima do post vai ficar mais sério, vamos entrar em clima de Guerra Civil.



5 Motivos para ficar do lado do Capitão América:



5 - Ideologia


O capitão América é o símbolo de tudo que é bom, puro e capaz de inspirar as pessoas no MCU (Marvel Cinematic Universe). Vide os gêmeos Pietro e Wanda Maximoff que tinham ódio de Stark, mas acreditavam em Steve Rogers e quando interagem com Rogers, passam a ajudar os Vingadores. O Capitão América é um símbolo não de uma nação, mas de conceitos morais que não dá para deixar passar em branco. O Capitão América é desde sempre um idealista e segue princípios que nortearam sua vida inteira a travar o bom combate, a sempre fazer o que é certo e não apenas aquilo que fosse mais fácil. Se opor ao registro de heróis é algo que ele acredita que valha a pena lutar contra.


Capitão América: O Primeiro Vingador : Foto

4 - O time do Capitão América

Se formos olhar bem, temos que no time do Capitão América, alguns de seus membros sabem bem o que é estar em uma nação que os hostiliza. Wanda cresceu em Sokóvia e após a morte dos pais (por uma arma fabricada pela industrias Stark) foi pegue pela Hydra para o processo de se tornar aperfeiçoada junto com seu irmão gêmeo Pietro. O Homem Formiga encarou a rejeição da sociedade por ser um ex-condenado. Bucky foi sempre o melhor amigo de Steve Rogers e o protegia quando ainda era um cara franzino e sem sorte com garotas. O fato de ter sido corrompido pela Hydra não é motivo para desistir dessa amizade e sim, ele acredita em redenção, que as pessoas podem ser melhores. O Soldado Invernal foi manipulado e como não era nada mais do que um vegetal nos tempos de Hydra, não foi realmente responsável pelos crimes que cometeu.


















3 - Heroísmo com responsabilidade

A divulgação de identidades ou cadastramento dos vigilantes inibirá a ação de qualquer um que queira proteger as pessoas, uma vez que se tornar herói significará perder direito ao sigilo da identidade civil, um fato que necessita de sigilo, pois os heróis tem famílias, e comprometer suas identidades significaria expor entes queridos também ao perigo. 

Steve acredita que juntos, todos podem fazer a diferença, sem necessitar de trapaças, segredos e tramas sórdidas. Por piores que sejam as adversidades vindas de qualquer lugar, os Vingadores são soldados e irmãos de batalha e que sempre vencerão juntos ou morrerão de pé lutando. Em Vingadores Era de Ultron ele levou esse pensamento a rigor e conseguiu salvar a população de Sokóvia sempre se preocupando com baixas civis.



2 - Steve acredita no que faz.

Steve se tornou o Capitão América em um período em que a humanidade enfrentava os perigos do nazismo, e a liberdade estava sofrendo risco de ser abolida. Judeus eram presos em campos de concentração, e o criador do processo que o tornou o Capitão América, era do povo que estava sofrendo a maior intimidação por parte dos alemães na segunda guerra. o Capitão América surgiu para proteger a liberdade das pessoas desde seus princípios. Trair isso, seria trair os ideias que o fizeram ser a escolha do dr. Abraham Erskine. Por esse motivo o Sentinela da Liberdade sempre teve o sonho de servir ao seu país e defender a liberdade e o modo de vida americano, o Capitão América não é um escravo dos USA. Agora imagine então como deve ser difícil para um soldado, se opor ao seu governo. Trair aquele sonho de nação em que se acreditava. Lutar contra seus aliados de batalha. Se o Capitão América está traindo o país, defendendo aquilo que acha certo e conhecendo o caráter do mesmo, isso é um forte indício que por mais lógico e atraente que pareça aceitar o registro de heróis, trata-se de uma ideia errada e corrupta, violando os princípios em que Steve acredita.



1 - Falsa sensação de segurança.

Um dos principais motivos de se questionar essa lei, deixando-a nas mãos de autoridades competentes é o fato de que a Hydra pode se infiltrar pelo visto facilmente em todos os setores. Então será que estaremos tão seguros coma identidade dos heróis de posse de terroristas? Em Homem Formiga vimos que, mesmo com a limpa feita na SHIELD em Soldado Invernal, a Hydra continua com gente infiltrada na SHIELD, o que demonstra que a segurança que Stark sonha é apenas aparente.




Motivo extra:
Stan lee está do lado dele!


Steve Rogers tem um aliado de renome na torcida a seu favor, ao ser perguntado para quem torcerá no filme, o veterano da Marvel Comics de 93 anos foi bastante sincero e disse "Estarei do lado que o Capitão América estiver porque ele é o melhor, tem o coração mais puro que há no mundo. Além do mais, ele é um grande ator também. O cara que interpreta o Capitão América faz um belo trabalho, o Chris Evans". Ele ainda completou de maneira bem humorada seu raciocínio: "Eu digo isso porque ele gosta de mim e todos que gostam de mim são bons atores".

Stan Lee e Grumpy Cat melhor crossover!

Se você está do lado do
Tony Stark, tira a onda
Que é cientista espacial
Mas também é Homem de Ferro
Elétrico, atômico, genial
Dura armadura, Homem de Ferro
É lenha pura, Homem de Ferro!

(Eu adoro essas aberturas desses desenhos antigos).

Não ler se esqueça de ler o Especial Capitão América: Guerra Civil | Dossiê Team Stark feito pelo blog parceiro Experienciando.

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